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Blog AQUI e AGORA: Perfumes…em tempo de Natal
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no Twitter e FaceBook da Net Rádio Católica
Parece uma praga: em cada bloco publicitário televisivo
tentam impingir-nos quatro ou cinco marcas de perfume…
usando cada spot a maior sedução, insinuação ou até
aberração para nos atrair.
Por que será que, nesta época do Natal, se faz mais
publicidade aos perfumes? Que contêm os perfumes que podem
revelar algo da pessoa que os usa? Sendo como que uma
subtileza da condição humana, quem mais utiliza perfumes, os
homens ou as mulheres? Haverá algo de mais ‘escondido’ do
que aquilo que se sente, na sedução do perfume? Qual a
origem mais remota em referência aos perfumes?
Estas perguntas foram colocadas um tanto a esmo, pela
simples razão de que esta questão dos perfumes é um tanto
complexa e algo mais profunda do que à primeira vista possa
parecer. Por essa razão tentaremos incluir ainda nesta
reflexão algum aspeto em que se possa considerar se haverá
algo de ‘pecado’ nas fragâncias, seus custos e utilizações…
Desde já uma informação que encontrei ao pesquisar sobre o
assunto: o mercado de fragâncias (perfumes, desodorizantes e
outros) movimenta, anualmente, em todo o mundo, sessenta
biliões de euros. A título de exemplo na lista dos dez mais
vendidos perfumes encontramos o mais barato, a 378 euros por
vinte gramas e o perfume mais caro, a 857 mil euros, mas nos
lugares intermédios temos preços como 10.910 euros, 5.831
euros e 3.601 euros…sempre peça quantidade de vinte gramas
por recipiente/embalagem.
= Etimologicamente ‘perfume’ vem do latim ‘per fumus’,
‘através do fumo’, isto é, de algo que se desloca e que se
evapora, que passa e se sente. Perante esta breve
constatação podemos ver que o sentido do olfato é o mais é
atingido pelo perfume, sendo estimuladas as áreas do cérebro
que controlam as emoções e as memórias olfativas. Ora, como
todos temos boas,
(...)
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